terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A tal da saudade

Well, ficar muito tempo fora é very very bad, porque bate uma saudade das pessoas que você acostuma a ficar perto.
Mas saudade é um bicho muito estranho!!!
Outro dia estava conversando com uma amiga minha, a Taynnara, e conversávamos sobre saudade. E ela me disse algo que eu não vou esquecer – mesmo já esquecendo – e que vou tentar explicar do meu jeitinho. Ela me disse que a saudade tem dois tipos. A primeira é aquela saudade mais “simples”. Essa que você sente do nada de algum amigo, amiga, de um parente, de ciclano e fulano… enfim, aquela saudade que você sabe que vai matar… uma saudade possível de ser retirada logo após um tempinho. Chega a ser uma saudade saudável, boa.
 Já a outra saudade, é aquela mais “dura”. Uma saudade que, quando sentida, às vezes chega a doer lá no fundo. Aquela saudade que você sabe que nunca vai matar ou que vai ser muito difícil de matar. Um exemplo: Uma pessoa que morreu e que você não vai ver de novo… um ex-namorado que te fez muito bem durante um tempo, mas que as circunstâncias da vida o fizeram ir… um amigo que você não vê há bastante tempo e que você ama até hoje e sabe que vai ser difícil revê-lo… Essa saudade sim, ela é pra sempre. Ela doi e chega, às vezes, a fazer mal. Não é uma saudade tão boa.


E pensando nesse último tipo de saudade, me vem à cabeça o seguinte: carregar das pessoas o melhor que elas têm e o melhor que fizeram a você. Sorrisos e olhares, abraços e beijos. Pensar no que ela representou um dia pra você e em o que passaram juntos. Lembrar-se do bem que ela te fez. E se era pra ir embora e não voltar mais ou voltar um dia, é porque era pra ser assim. E a única opção que resta é aceitar. Mas nunca se esquecer.

Letícia Martins

Nenhum comentário:

Postar um comentário